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  • Brasileirão de futebol de cegos começa domingo no CT Paralímpico em SP

    Brasileirão de futebol de cegos começa domingo no CT Paralímpico em SP

    O Campeonato Brasileiro de futebol de cegos reunirá, a partir do próximo domingo (18), 12 clubes no CT Paralímpico, em São Paulo. A competição é uma boa oportunidade para ver de perto estrelas da seleção amarelinha – bronze nos Jogos de Paris 2024 – tais como Maicon, Thiago Paraná, Jefinho, Jardiel Vieira, Nonato e Jonatan Felipe. Além dos brasileiros, recém-campeões da Copa América, também estão em quadra jogadores da Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Itália e Japão.

    A partida de abertura da fase preliminar, às 8h (horário de Brasília), colocará frente a frente atual campeã brasileira, a Associação Desportiva de Futsal do Distrito Federal (Agafuc-RS) e a Escola de Cegos do Maranhão (Escema), que subiu este ano para a elite, após ser vice-campeã na Série B no ano passado. Ambos as equipes estão no Grupo A, que engloba ainda a Associação Associação D’Eficiência Superando Limites (Adesul-CE) e a Associação Paraibana dos Deficientes Visuais (Apadevi-PR).


    Atual campeã, a Agafuc-RS também é a maior vencedora do Brasileirão de futebol de cegos com oito títulos – Taba Benedicto/CBDV/Direitos Reservados

    Na chave B estão Corinthians-SP (em parceria com o projeto social Maestro-PR), a Associação de Pais, Amigos e Deficientes Visuais (Apadav-SP) – campeã da Série B em 2025 -, o Instituto Nova Visão (INV-SP) e a Associação Desportiva de Futsal do Distrito Federal (Adef-SP).

    Já o Grupo C conta com a Associação Paraibana de Cegos (Apace-PB), a Associação Mato-Grossense de Cegos (AMC-MT), o Instituto Equidade Plural (Insep-SP) e a Associação de Cegos para Esporte e Lazer de Goiás (Vila Nova-DF).

    A maior vendora do Brasileirão é a Agafuc-RS, com oito títulos. Em segundo lugar está o ICB-BA, com sete troféus.

    Formato do Brasileirão

    Na fase preliminar, os times de cada grupo jogam entre si. Confira a programação completa. Os oito com maior pontuação se classificam às quartas de final. Já os dois últimos times na classificação geral caem para a Série B de 2027.

    Nas quartas, previstas para o dia 21 de outubro, a definição dos confrontos seguirá a tabela de classificação (1ºcolocado x 8º, 2º x 7º, 3º x 6º e 4º x 5º). Em caso de empate, haverá decisão por pênaltis. Quem vencer, disputará as semifinais no dia seguinte.

    A decisão do título será no dia 23 de outubro, a partir das 10h30. Antes, às 8h30, ocorrerá a disputa do terceiro lugar.

    Fonte: Agência Brasil (Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Escritor Joaquim Arena preenche vazios de Europa negra invisibilizada

    Escritor Joaquim Arena preenche vazios de Europa negra invisibilizada

    Revelar uma Europa negra, apagada das narrativas oficiais, é o que propõe o autor luso-cabo-verdiano Joaquim Arena, que revisita a presença de africanos e seus descendentes no continente europeu por meio do livro Debaixo da nossa pele (2017).

    A partir de viagens por Portugal, arquivos e relatos, o escritor reconstrói trajetórias de personagens negros pouco conhecidos. A jornada também se cruza com a história da migração cabo-verdiana para Lisboa e com a trajetória do próprio escritor.

    Arena nasceu na Ilha de São Vicente, em Cabo Verde, em 1964. É filho de pai português e de mãe cabo-verdiana e viveu grande parte da sua vida em Lisboa. Em Portugal, ele se formou em direito e iniciou a carreira em jornalismo.

    O escritor está no Rio de Janeiro para participar do Clube de Leitura do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB-RJ), no centro da capital fluminense, às 17h30 desta quarta-feira (14).

    Autor de seis romances, traduzidos em várias línguas, Arena escreveu Siríaco e Mister Charles, vencedor do Prémio Oceanos de Literatura, na categoria Prosa, em 2023. Atualmente, reside em Cabo Verde, na cidade de Praia.

    Cabo Verde e Brasil

    Com o tema “Romance histórico: onde a realidade encontra a ficção”, o encontro gratuito propõe uma conversa sobre memória, pertencimento, identidade e as marcas do passado colonial que permanecem no presente.

    A partir da obra de Arena, o evento busca aproximar experiências históricas e culturais de Cabo Verde e do Brasil, dois países atravessados por deslocamentos populacionais, encontros entre diferentes culturas e pelas relações entre África e Europa.

    O autor conta que Debaixo da nossa pele fala da miscigenação e da circulação dos povos da África para a Europa. O público poderá perceber semelhanças com a formação do Brasil.

    “Debaixo da nossa pele fala dessa condição humana de deslocamento das pessoas de um país a outro, levadas por questões econômicas, sociais e políticas. O livro faz essa síntese, pois a circulação continua ainda hoje, é positiva, abre oportunidades de novas janelas de vida para muitas pessoas”, diz Arena.


    O escritor luso-cabo-verdiano, Joaquim Arena, que participará do Clube de Leitura do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB-RJ). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

    Preenchendo vazios

    Para o escritor, a história tem um poder atrativo mais forte do que o presente.

    “Sou levado a encontrar, no meio dos fatos históricos, os vazios. São esses vazios que eu pretendo preencher através da minha ficção. Aproveito episódios verídicos que são muito inspiradores para que nós imaginemos uma personagem. Fico com vontade de saber mais, senão eu invento a personagem”, afirma o autor.

    Arena conheceu a literatura brasileira aos 12 anos, com a obra de Jorge Amado. Ele se identificou com o livro Meu pé de laranja lima, de José Mauro de Vasconcelos, que também fez parte da sua formação. Para ele, foi uma porta de entrada de uma literatura que não era portuguesa, europeia nem africana.

    “Nós, das antigas colônias portuguesas, recebemos a literatura brasileira como uma janela para um mundo muito semelhante ao nosso”.

    “Jorge Amado, com sua Bahia, está na formação de muitos autores lusófonos na África. Depois, vamos crescendo e encontrando Guimarães Rosa, José Lins do Rêgo, Graciliano Ramos. O romance da década de 30 fala dos retirantes, da seca. É uma realidade muito próxima da nossa”, diz Arena.

    O autor acredita que um clube de leitura é um reduto onde se mantém ainda uma magia e em que se ouve falar de invenções.

    “Há um pacto do autor com o público. O escritor sabe que o que ele inventou não existiu. O leitor sabe que o romance saiu da imaginação. Isso cada vez mais num mundo acelerado, com redes sociais, com streamings”.

    Fonte: Agência Brasil (Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Prêmio Jabuti anuncia finalistas da edição 2026; confira a íntegra

    Prêmio Jabuti anuncia finalistas da edição 2026; confira a íntegra

    A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou, nesta quarta-feira (14), os finalistas de cada categoria da 68ª edição do Prêmio Jabuti.

    A cerimônia de entrega dos prêmios será realizada em 27 de outubro, na Sala São Paulo, em evento para convidados na capital paulista, com transmissão ao vivo pelo canal da CBL no YouTube.

    Além do Livro do Ano, serão premiadas obras em 23 categorias, distribuídas em quatro eixos: Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação.

    A edição deste ano conta com 4.675 obras e projetos inscritos. Clique aqui e confira a lista completa dos finalistas, no site oficial da premiação.

    No eixo Literatura, estão Conto, Crônica, Escritor Estreante – Poesia, Escritor Estreante – Romance, Histórias em Quadrinhos, Infantil, Juvenil, Poesia, Romance de Entretenimento e Romance Literário.

    No eixo Não Ficção, as categorias são Artes, Biografia e Reportagem, Economia Criativa, Educação, Negócios e Saúde e Bem-estar.

    O eixo Produção Editorial reúne Capa, Ilustração, Projeto Gráfico e Tradução.

    Já o eixo Inovação contempla Incentivo à Leitura – Cultura Digital, Incentivo à Leitura – Projeto e Livro Brasileiro Publicado no Exterior.

    Novidades

    A organização também revelou os cinco selecionados da nova categoria Incentivo à Leitura – Cultura Digital, voltada a criadores de conteúdo em plataformas digitais que contribuem para valorizar o livro e estimular a leitura. Os nomes foram definidos após votação popular encerrada em 9 de outubro.

    Esta 68ª edição traz também uma mudança relevante na disputa pelo Livro do Ano, principal distinção da premiação. A partir deste ano, obras inscritas nas categorias Escritor Estreante – Poesia e Escritor Estreante – Romance passam a concorrer ao título.

    A presidente da CBL, Sevani Matos, afirmou que os finalistas desta edição representam a diversidade e a qualidade da produção literária e editorial brasileira:

    “O Prêmio Jabuti tem um papel importante nesse reconhecimento e em dar visibilidade aos profissionais que fazem parte de toda a cadeia do livro.”

    O curador do prêmio, Hubert Alquéres, destacou o trabalho dos jurados e o grande volume de obras que concorreram neste ano. Segundo ele, isso evidencia a importância e o prestígio do Jabuti.

    “O volume também reflete a grande qualidade da produção literária e editorial brasileira. Agradecemos profundamente aos jurados pela dedicação e pelo excelente trabalho para selecionar, entre tantas obras, os finalistas desta edição”, acrescentou.

    Premiação

    Além da estatueta e do prêmio de R$ 70 mil, o vencedor do Livro do Ano poderá participar de uma das principais feiras internacionais do livro: Londres, Bolonha, Frankfurt ou Guadalajara, com despesas custeadas pela CBL e uma programação de palestras e encontros profissionais durante o evento.

    Já os vencedores de cada uma das 23 categorias receberão a estatueta do Jabuti e um prêmio de R$ 5 mil.

    Confira a lista de finalistas abaixo.

    Literatura

    1.1 Conto

    • Corpo estranho: ferida fechada com a lâmina dentro | Autor(a): Marcos Vinicius de Paula | Editora(s): Viseu
    • Massaranduba | Autor(a): Abáz | Editora(s): Senac Rio
    • Minha estranha loucura | Autor(a): Evandro Luiz da Conceição | Editora(s): Todavia
    • Nego tudo: ficções súbitas | Autor(a): Andréa del Fuego | Editora(s): Companhia das Letras
    • Tranças de meninas: contos | Autor(a): João Anzanello Carrascoza | Editora(s): Alfaguara

    1.2 Crônica

    • A sangue quente: crônicas cariocas | Autor(a): Hermés Galvão | Editora(s): Labrador
    • Aproveitar a vida e suas dores | Autor(a): Contardo Calligaris “em memória” | Editora(s): Planeta do Brasil
    • Histórias miseráveis | Autor(a): José Castello | Editora(s): Maralto
    • Lugares para chorar no Recife e outros | Autor(a): DJ Dolores | Editora(s): Seja Breve Edições
    • Viagem no país da crônica | Autor(a): Humberto Werneck | Editora(s): Tinta-da-China Brasil

    1.3 Escritor Estreante – Poesia

    • História a que ninguém deu nome | Autor(a): Juliana Cajives | Editora(s): Mormaço Editorial
    • Lavra mareia | Autor(a): Camila Paoletti | Editora(s): Patuá
    • O silêncio é a música mais antiga do mundo | Autor(a): Kalu Coelho | Editora(s): Patuá
    • Radiografia das árvores | Autor(a): Ivana Fontes | Editora(s): Cachalote
    • Resto | Autor(a): George França | Editora(s): Urutau

    1.4 Escritor Estreante – Romance

    • Cantagalo | Autor(a): Fernanda Teixeira Ribeiro | Editora(s): Todavia
    • Horas azuis | Autor(a): Bruna Dantas Lobato | Editora(s): Companhia das Letras
    • Índigo | Autor(a): Juca Magalhães | Editora(s): Impressões de Minas
    • Pitangas verdes | Autor(a): Mariana Lobato Botter | Editora(s): Labrador
    • Sutura | Autor(a): Roberta Barbosa | Editora(s): Patuá

    1.5 Histórias em Quadrinhos

    • Daruma: identidade | Autor(a): Monge Han | Editora(s): Pitaya
    • Ouroboros | Autor(a): Luckas Iohanathan | Editora(s): Comix Zone
    • Reparações | Autor(a): Marcelo Lelis | Editora(s): Figura
    • Segue o baile | Autor(a): Magô Pool | Editora(s): Veneta
    • Você precisa saber de mim | Autor(a): Helena Cunha | Editora(s): nVersos

    1.6 Infantil

    • A baleia bailarina | Autor(a): Roberta Moysés | Editora(s): Mannú
    • A letra | Autor(a): Leo Cunha, Raquel Matsushita | Editora(s): Maralto
    • Alfabeto atrapalhado | Autor(a): Juliane Bortolucci | Editora(s): Asinha
    • Eletricista | Autor(a): Augusto Massi, Daniel Kondo | Editora(s): Elo
    • Meu | Autor(a): Alexandre Rampazo | Editora(s): Planeta do Brasil

    1.7 Juvenil

    • A descoberta que mudou minha vida | Autor(a): Ingrid Haas | Editora(s): InVerso
    • A escola do fim do mundo | Autor(a): Júlio Emílio Braz | Editora(s): Arte Literária
    • A única da sala | Autor(a): Tathyana Viana | Editora(s): FTD
    • Ana & Artur desvendam a China | Autor(a): Silvana Salerno | Editora(s): Editora do Brasil
    • Uma Maria | Autor(a): Shirley Souza | Editora(s): Xica Editorial

    1.8 Poesia

    • A dança áspera das raízes | Autor(a): Bárbara Mançanares | Editora(s): Praga
    • Antes de dar nomes ao mundo | Autor(a): Adriana Lisboa | Editora(s): Relicário
    • Boris e Marina | Autor(a): Alberto Martins | Editora(s): Companhia das Letras
    • Diáspora não é lar | Autor(a): Nina Rizzi | Editora(s): Pallas
    • O jardim das oliveiras | Autor(a): Adélia Prado | Editora(s): Record

    1.9 Romance de Entretenimento

    • Aranha movediça | Autor(a): Moacir Fio | Editora(s): Moinhos
    • Cartografia para caminhos incertos | Autor(a): Ian Fraser | Editora(s): Intrínseca
    • Instruções para desaparecer devagar | Autor(a): Flávia Iriarte | Editora(s): Faria e Silva
    • Moeda de troca | Autor(a): Lucas Mota | Editora(s): Rocco
    • O tesouro de Joaquim Nabuco | Autor(a): Fernando Lomardo | Editora(s): Obra Independente

    1.10 Romance Literário

    • Coração sem medo | Autor(a): Itamar Vieira Junior | Editora(s): Todavia
    • Dança de enganos | Autor(a): Milton Hatoum | Editora(s): Companhia das Letras
    • Meridiana | Autor(a): Eliana Alves Cruz | Editora(s): Companhia das Letras
    • Uma delicada coleção de ausências | Autor(a): Aline Bei | Editora(s): Companhia das Letras
    • Vez em quando, Billie Holiday | Autor(a): Evandro Affonso Ferreira | Editora(s): Record

    Não Ficção

    2.1 Artes

    • Abdias, intérprete do Brasil: textos sobre raça e cultura brasileira de 1940 a 1990 | Autor(a): Tulio Custódio (Organizador) | Editora(s): Todavia
    • Expediente | Autor(a): André Sanches | Editora(s): Voar
    • Histórias da ecologia | Autor(a): Adriano Pedrosa, André Mesquita, Isabella Rjeille (Organizadores) | Editora(s): MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand)
    • O devorador: Zé Celso, vida e arte | Autor(a): Claudio Leal (Organizador) | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
    • Vaqueiro de gibão | Autor(a): Pablo Pinheiro | Editora(s): Deu na Telha

    2.2 Biografia e Reportagem

    • A audácia dos invertidos: as estratégias de sobrevivência e visibilidade LGBTI+ no Rio de Janeiro e sua importância no Brasil (1950-1990) | Autor(a): Rodrigo Faour | Editora(s): Record
    • Crentes: pequeno manual sobre um grande fenômeno | Autor(a): Guilherme Damasceno, Juliano Spyer, Raphael Khalil | Editora(s): Record
    • João Gilberto e a insurreição Bossa Nova: outros lados da história | Autor(a): Tárik de Souza | Editora(s): L&PM
    • Quem é essa mulher? : uma biografia de Zuzu Angel | Autor(a): Virginia Siqueira Starling | Editora(s): Todavia
    • Trincheira tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio | Autor(a): Ruy Castro | Editora(s): Companhia das Letras

    2.3 Economia Criativa

    • A (r)evolução das habilidades para o futuro do trabalho na era da inteligência artificial | Autor(a): Martha Gabriel | Editora(s): Senac São Paulo
    • Economia Azul e cidades: uma introdução | Autor(a): Rinaldo Gama, Tomas Alvim (Organizadores) | Editora(s): BEĨ
    • Fazer cinema no Brasil: mercado, políticas públicas e ecossistema empreendedor cultural | Autor(a): Fernando Antonio Prado Gimenez | Editora(s): Caravana Grupo Editorial
    • Inovação com propósito: negócios com impacto social | Autor(a): Caio Flavio Stettiner, Clayton Alves Cunha, Clayton Pedro Capellari (Organizadores) | Editora(s): Belas Artes
    • Renda Básica Viável: Para o Governo e o Congresso reduzirem a alta desigualdade de renda no Brasil | Autor(a): Walter Barretto Jr. | Editora(s): Obra Independente

    2.4 Educação

    • A esperança a gente planta | Autor(a): Alexandre Coimbra | Editora(s): Planeta do Brasil
    • Agora o meu chão são as nuvens: as famílias contemporâneas e os desafios na educação de crianças e adolescentes | Autor(a): Hugo Monteiro Ferreira | Editora(s): Autêntica
    • Atlas da Amazônia brasileira: um retrato abrangente e atual da Amazônia brasileira com mais de 300 mapas e ilustrações | Autor(a): Clovis Luciano Teixeira | Editora(s): Obra Independente
    • Como conversar com crianças sobre racismo e diversidade | Autor(a): Manuel Alves de Sousa Junior | Editora(s): Schreiben
    • Inspiração Griot: por uma educação antirracista | Autor(a): Sinara Rúbia | Editora(s): Malê Edições

    2.5 Negócios

    • De volta ao jogo: A história de sucesso, dramas e viradas do BTG Pactual | Autor(a): Ariane Abdallah | Editora(s): Portfolio-Penguin
    • Estado, economia, desafios fiscais e reformas estruturais no Brasil: textos em homenagem a Eduardo Guardia | Autor(a): Ana Carla Abrão, Ana Paula Vescovi, Pedro S. Malan (Organizadores) | Editora(s): História Real
    • Governança regenerativa: uma evolução do sistema de governança para enfrentar os desafios do mundo em transição | Autor(a): Gabriela Blanchet | Editora(s): Bambual
    • Não se esqueça!: 50 memorandos sobre gestão e liderança com propósito, comprometimento e proatividade | Autor(a): Mario Sergio Cortella | Editora(s): Record
    • O manual da empresa antirracista: como transformar a sua empresa em uma potência que luta por todos | Autor(a): Adriana Alves | Editora(s): Planeta do Brasil

    2.6 Saúde e Bem-Estar

    • A paixão pela mentira: a família e as tiranias | Autor(a): Paulo Schiller | Editora(s): Todavia
    • A revolução da longevidade: vivemos mais do que nunca. Mas estamos preparados para isso? | Autor(a): Alexandre Kalache | Editora(s): Vestígio
    • As dores da adolescência: como atender, acolher e cuidar | Autor(a): Carolina Delboni | Editora(s): Summus Editorial
    • O dilema das galinhas felizes: diálogos sobre a ciência da felicidade | Autor(a): Gustavo Arns, Leandro Karnal | Editora(s): Record
    • Por que a esquerda morreu?: e o que devemos fazer para ressuscitá-la | Autor(a): Jessé Souza | Editora(s): Civilização Brasileira

    Produção Editorial

    3.1 Capa

    • Anônimos: móvel moderno brasileiro além dos ícones | Capista: Daniel Brito | Editora(s): Olhares
    • Frans Krajcberg | Capista: Alles Blau | Editora(s): MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand)
    • Mano a Mano | Capista: Alceu Chiesorin Nunes | Editora(s): Companhia das Letras
    • O devorador: Zé Celso, vida e arte | Capista: Mateus Valadares | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
    • Vaqueiro de gibão | Capista: Beatriz Matuck | Editora(s): Deu na Telha

    3.2 Ilustração

    • Eletricista | Ilustrador(a): Daniel Kondo | Editora(s): Elo
    • Gran Circo | Ilustrador(a): Nelson Cruz | Editora(s): ÔZé
    • Guernica: a arte em busca da paz | Ilustrador(a): Vinicius Sabbato | Editora(s): Via Lúdica
    • Pantaleão e Serapião | Ilustrador(a): Alexandre Camanho | Editora(s): Passarinho
    • Pinóquio | Ilustrador(a): Gonzalo Ivar Cárcamo Luna | Editora(s): Figura

    3.3 Projeto Gráfico

    • Dobra | Responsáveis: Raul Loureiro | Editora(s): Cosac
    • Moscou feliz | Responsáveis: Elaine Ramos | Editora(s): Ubu
    • O capital | Responsáveis: Elaine Ramos | Editora(s): Ubu
    • O Inventor de livros: Aldo Manuzio, Veneza e seu tempo | Responsáveis: Casa Rex | Editora(s): Ateliê Editorial, Mnema
    • Wendy Andrade: eu consigo te ver feliz | Responsáveis: Carlos Bocai, Julia B. Aguiar, Lucas D’Ascenção | Editora(s): Act.

    3.4 Tradução

    • O Cantar de Roldão: chanson de Roland | Tradutor(a): Ronald Costa | Editora(s): Ateliê Editorial, EDUFU (Editora da Universidade Federal de Uberlândia)
    • O cavaleiro de bronze e outros contos e versos | Tradutor(a): Rubens Figueiredo | Editora(s): Penguin-Companhia das Letras
    • O retorno do Barão de Wenckheim | Tradutor(a): Zsuzsanna Spiry | Editora(s): Companhia das Letras
    • Os irmãos Karamázov | Tradutor(a): Cecília Rosas, Lucas Simone | Editora(s): Penguin-Companhia das Letras
    • Plotino Enéadas | Tradutor(a): Juvino Alves Maia Junior | Editora(s): Nova Acrópole

    Eixo: Inovação

    4.1 Incentivo à Leitura – Projeto

    • A cidade da gente | Responsável(eis): Otavio
    • A Feira do Livro 2025 | Responsável(eis): Associação Quatro Cinco Um
    • Cartovivências nas periferias da cidade | Responsável(eis): Ricardo Barbosa da Silva
    • Programa de rádio Universo Literário | Responsável(eis): Fábia Pereira Lima
    • Semana Literária Sesc e Feira do Livro | Responsável(eis): Mayara Elisa de Lima Cirico

    4.2 Livro Brasileiro Publicado no Exterior

    • A terra dá, a terra quer | Editora(s): Ubu, Editions Wildproject
    • Água turva | Editora(s): Companhia das Letras, Suhrkamp Verlag
    • O som do rugido da onça | Editora(s): Companhia das Letras, Liveright/ Norton
    • Os substitutos | Editora(s): Companhia das Letras, Métailié
    • Via Ápia | Editora(s): Companhia das Letras, Farrar, Straus & Giroux

    4.3 Incentivo à Leitura – Cultura Digital

    Matéria ampliada às 8h55 do dia 16/10, para inclusão do item 4.3 Incentivo à Leitura – Cultura Digital

    Fonte: Agência Brasil (Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Empate com Argentina conclui período de testes na seleção feminina

    Empate com Argentina conclui período de testes na seleção feminina

    A seleção feminina de futebol concluiu, na noite desta terça-feira (13), mais uma data Fifa – nome dado ao período do calendário em que as equipes nacionais se reúnem para jogos mundo afora. No caso do Brasil, foram dois amistosos diante da Argentina. Após a vitória do sábado (10), por 3 a 1, no Beira-Rio, em Porto Alegre, o time comandado por Arthur Elias ficou no empate por 2 a 2 com as hermanas na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, na região metropolitana de Recife.

    Em relação ao jogo anterior, Arthur promoveu nove mudanças na formação titular, mantendo apenas as laterais Isabela e Raíssa Bahia. No gol, Thaís Lima ficou na vaga de Lorena. A dupla de zaga reuniu Tayla e Tarciane.

    Do meio para frente, as escolhidas foram Kaylane, Kerolin, Bia Zaneratto, Gio Garbelini, Priscila e Jhonson. O quinteto substituiu, respectivamente, Duda Sampaio, Angelina, Maiara, Luany, Taina Maranhão e Geyse.

    Assim como no triunfo em território gaúcho, as brasileiras tomaram a iniciativa e abriram o placar logo aos 12 minutos, com Bia Zaneratto, de cabeça, após cruzamento de Raíssa Bahia pela esquerda. Aos 27, em contra-ataque, Gio Garbelini aproveitou asobra para balançar as redes e aumentar a vantagem.

    A reação argentina começou aos 34 minutos, com a meia Daiana Falfán. Na etapa final, aos sete, Agostina Holzheier foi derrubada na área por Isabela. A também atacante Florencia Bonsegundo, de pênalti, deixou tudo igual.

    A seleção verde e amarela ficou com uma jogadora a mais a partir dos 11 minutos, quando a meia Sofía Dominguez puxou o cabelo de Kerolin, sendo expulsa. Apesar da vantagem numérica, que perdurou por mais de meia hora, o Brasil não criou chances de grande perigo, frustrando os cerca de 30 mil torcedores que marcaram presença na Arena de Pernambuco.


    Brasil abre 2 a 0, mas cede a igualdade diante de 30 mil torcedores – Foto: Luciana Vermell/CBF

    “Tivemos dificuldade de jogar com uma mais. Tem coisas que não foram boas e viram alertas e tem coisas positivas que nos aproximam de uma convocação em maio do ano que vem”, disse Arthur, em entrevista coletiva após a partida.

    Ao todo, 27 das 28 jogadoras convocadas foram testadas. Ao longo da partida de terça, foram dez substituições, com a estreia da zagueira Carol Gil, do São Paulo, com a Amarelinha. No sábado, o auxiliar Rodrigo Iglesias – Arthur estava suspenso – mexeu outras dez vezes no time, promovendo a primeira vez de Carlinha, mais uma campeã brasileira pelo Tricolor paulista. A também goleira Yanne, do Bahia, foi a única a não participar das partidas.

    “Existem jogos em que a prioridade máxima é vencer, como foi com os Estados Unidos [na data Fifa anterior, em junho]. E temos confrontos que são estratégicos, em que tomamos decisões difíceis, mas importantes”, justificou o técnico.

    Em 2026, a seleção feminina ainda terá dois amistosos contra o Japão, ambos fora de casa. O primeiro será dia 29 de novembro, em Hiroshima, e o segundo em 5 de dezembro, na cidade de Okayama. Já em 2027, são duas datas Fifa (fevereiro e abril), com espaço para até três partidas em cada, antes da convocação para a Copa do Mundo, que será aqui no Brasil.

    Confira os destaques da partida no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

    Fonte: Agência Brasil (Lincoln Chaves – Repórter da EBC). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Cultura gratuita é uma das principais demandas para novos governantes 

    Cultura gratuita é uma das principais demandas para novos governantes 

    Aumentar o acesso gratuito a atividades culturais, como shows, filmes, espetáculos e exposições, é a principal expectativa dos brasileiros em relação às políticas públicas de cultura, segundo a pesquisa Hábitos Culturais, divulgada nesta quarta-feira (14). Para 42% dos entrevistados, esta deve ser a prioridade dos próximos governantes.

    O levantamento mostra ainda que apesar de ser direito garantido na Constituição Federal, nem todas as pessoas têm acesso igual à cultura. Enquanto 63% dos brasileiros das classes A e B foram ao cinema nos últimos 12 meses, apenas 18% das classes D e E fizeram isso.

    Os dados revelam que o custo, tanto do deslocamento, quanto de ingressos, é o principal fator que desmotiva as pessoas a participarem de atividades culturais presencialmente. Cerca de metade das que frequentam esses eventos gasta, por mês, R$ 100 com cultura. Outro fator é o medo da violência.

    “Como é possível observar por meio dos dados, o acesso à cultura realmente ainda é bastante desigual, sobretudo quando observamos pela perspectiva socioeconômica ou até mesmo de níveis de escolaridade entre os brasileiros”, diz a coordenadora do Observatório da Fundação Itaú, Ana Maria Cardoso.

    “Apesar das disparidades, tais dados não significam que pessoas das classes sociais mais baixas ou com menor escolaridade deem menor valor à cultura; ao contrário, o que a pesquisa mostra é que existem barreiras que vão além da subjetividade individual ou mesmo do gosto pessoal que interferem diretamente nesse acesso”, acrescenta.

    Demandas

    Nesse cenário, a demanda por mais acesso gratuito aparece como a principal. A pesquisa revela que um terço da população (32%) quer a criação de mais equipamentos ou instituições públicas de cultura, como museus, teatros e cinemas.

    São citados ainda, por 28% dos entrevistados, a melhoria, reforma, ampliação ou modernização dos equipamentos existentes, além do financiamento e incentivo à produção cultural independente, por 26%.

    Pouco mais de um a cada cinco participantes (22%) pedem o apoio a iniciativas culturais em favelas, periferias e comunidades tradicionais e a valorização e formação de artistas e profissionais da cultura (21%).

    “Os dados indicam que existem caminhos para avançar, tanto no que se refere à importância de fortalecer e ampliar a oferta de atividades culturais gratuitas, quanto na própria expectativa e entendimento da população sobre o direito cultural, uma vez que 32% da população dizem não saber que o acesso à cultura está garantido na Constituição e 27% afirmam não saber o que significa ter direito à cultura”, ressalta Cardoso.

    Acesso à cultura

    O acesso à cultura é direito de toda a população brasileira, garantido na Constituição Federal. Os resultados da pesquisa mostram que a maioria das pessoas (68%) sabe disso.

    Apesar de garantido, esse acesso é desigual – 97% dos entrevistados das classes A e B participaram de alguma atividade cultural presencial nos últimos 12 meses, como ir a shows, a museus, teatros, cinema, entre outros.

    Já entre as pessoas das classes D e E, esse percentual caiu para 82%.

    Em algumas das atividades pesquisadas, essa diferença cai ainda mais. Segundo o levantamento, por exemplo, 63% dos brasileiros das classes A e B foram ao cinema nos últimos 12 meses e apenas 18% das classes D e E fizeram isso, uma diferença de 45 pontos percentuais.

    Um terço dos entrevistados (33%) disse que sequer há a opção de equipamentos culturais na região onde moram.

    Cultura é cara

    O preço, tanto com deslocamento, quanto com ingresso, é o principal fator que desmotiva as pessoas a participarem de atividades culturais presencialmente. Esse fator foi apontado por 35% dos entrevistados.

    Entre os que declararam ter gastos com atividades culturais presenciais, 46% dizem gastar mensalmente até R$ 100 com cultura.

    Outros 14% gastam entre R$ 101 e R$ 150; 15% desembolsam entre R$ 151 e R$ 200; e 8% declaram desembolso superior a R$ 400.

    Falta de segurança

    De acordo com o levantamento, a insegurança e a violência aparecem em segundo lugar (30%) como fatores que desmotivam ou desanimam os entrevistados a realizar atividades culturais presenciais, seguida por disponibilidade de horário (23%), cansaço e desânimo (21%), distância dos eventos (19%), lotação (19%) e falta de transporte (16%).

    O medo de assaltos ou furtos na região dos eventos culturais é apontado por 47% dos entrevistados. Falta de policiamento nas proximidades dos espaços culturais é mencionada por 43%. Riscos de furtos ou assaltos no trajeto foram mencionados por 29%.

    A violência contra as mulheres ou assédio nos espaços culturais é outro fator relevante. A questão foi apontada por 27%. O índice avançou 6 pontos percentuais frente aos 21% verificados no levantamento anterior. A preocupação é manifestada por 38% das mulheres e por 14% dos homens.

    Sobre a pesquisa

    A 7ª edição da Pesquisa Hábitos Culturais foi feita pelo Observatório Fundação Itaú, com apoio técnico do Datafolha. Participaram homens e mulheres de 16 a 65 anos, das classes A, B, C e D/E, residentes em todas as regiões brasileiras. Foram realizadas 2.448 entrevistas presenciais e individuais em 137 municípios, entre 7 e 20 de julho de 2026.

    Fonte: Agência Brasil (Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Libertadores: Rádio Nacional transmite Fluminense x Palmeiras

    Libertadores: Rádio Nacional transmite Fluminense x Palmeiras

    A Rádio Nacional transmite nesta quarta-feira (14) o duelo de ida entre Fluminense e Palmeiras, válido pela semifinal da Copa Libertadores. As equipes se enfrentam às 21h30 no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. A jornada esportiva da emissora pública começa às 21h15.

    O Palmeiras garantiu sua vaga na semifinal da Libertadores com muita emoção. Após vencer a LDU por 1 a 0 no jogo de ida, em São Paulo, o Alviverde sofreu uma virada por 3 a 2 em Quito, mas confirmou a classificação na disputa por pênaltis. Já o Fluminense assegurou sua vaga ao derrotar o Platense por 3 a 1 na soma dos placares.

    A transmissão da emissora começa com a faixa Show de Bola Nacional e conta com uma equipe completa para levar ao público todas as informações do confronto. A partida terá narração de André Luiz Mendes e comentários de Mário Silva. O jornalista Mauricio Costa comanda a reportagem e o plantão da rodada.

    O jogo entra no ar para parte da rede em AM e OC, além da FM no Rio de Janeiro, no Alto Solimões e parceiros da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). A Nacional FM nas demais praças segue com o conteúdo musical. O ouvinte pode ficar ligado nas produções preferidas pelo dial, no app e no site da emissora. Os áudios ainda estão disponíveis em tempo real por streaming nas duas plataformas.

    Copa Libertadores

    A Copa Conmebol Libertadores é o principal torneio de clubes da América do Sul, organizado pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). Disputada anualmente desde 1960, a competição reúne as equipes mais qualificadas de cada país do continente, definidas por seus desempenhos nas ligas nacionais.

    Considerada o equivalente sul-americano da Liga dos Campeões da Europa, a Libertadores consagra o campeão continental, que passa a representar a região no Mundial de Clubes.

    Cobertura esportiva da Nacional

    Esporte que é paixão do povo brasileiro, o futebol é um dos destaques da programação da Rádio Nacional, emissora pública referência em transmissões de partidas no país há décadas. Os jogos das principais competições e as notícias mais importantes têm espaço nas jornadas esportivas diárias.

    Os torcedores podem ficar ligados pelo rádio, site ou streaming para acompanhar as emoções das disputas entre os maiores clubes brasileiros. Antes e depois dos confrontos, o ouvinte se informa sobre a preparação das equipes e a repercussão do placar nas ondas da Nacional. A análise sobre os resultados da rodada ainda ganha janela diária para um rico debate em produções consagradas no radiojornalismo esportivo.

    A equipe da Rádio Nacional reúne craques da crônica esportiva. São produtores, jornalistas e apresentadores que buscam o diferencial da notícia. Além de informar o público nas ondas do rádio, o time também faz bonito na telinha da TV Brasil. Os profissionais realizam o programa Stadium, de terça a sexta, às 18h30.

    Sempre ao vivo, as tradicionais produções da emissora pública trazem análises e apurações atualizadas. O esporte tem espaço destacado na programação do canal. O telejornal diário Repórter Brasil, às 12h45 e às 19h, também oferece ampla cobertura dos principais resultados do dia.

    Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas

    Ajude a escolher a vencedora da categoria Craque da Torcida do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas. A premiação criada pela TV Brasil e pela Petrobras vai reconhecer ainda atletas, treinadores e treinadoras, dirigentes, departamentos de futebol feminino e clubes que se destacarem ao longo da temporada de 2026. A votação da categoria com voto popular já está aberta, é gratuita e tem votos ilimitados.

    Fonte: Agência Brasil (Rádio Nacional). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Justiça determina que Vasco e Boca Juniors joguem no Maracanã

    Justiça determina que Vasco e Boca Juniors joguem no Maracanã

    Em mais uma decisão, a Justiça do Rio restabeleceu nesta terça-feira (13) a determinação de que a partida entre Vasco da Gama e Boca Juniors, marcada para o dia 20 deste mês e válida pela semifinal da Copa Sul-Americana, seja realizada no Estádio do Maracanã.

    A decisão é do desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que deferiu a tutela recursal antecipada, determinando à Fla-Flu Serviços S.A. que efetive a disponibilização do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, para a realização da partida entre Vasco da Gama e Boca Juniors, no dia 20 de outubro, às 21h30.

    Para o magistrado, a efetiva venda de ingressos, por si só, cria um fato consumado, em razão da inviabilidade técnica de acomodar as torcidas em outro estádio. O desembargador reconsiderou a decisão anterior e indeferiu a liminar pleiteada, restabelecendo a decisão proferida no recurso de agravo de instrumento.

    “Pelo prisma do impetrante, busca-se manter a excelência das instalações que lhe foram confiadas, que pode a qualquer tempo ser reduzida a perdas e danos. Observa-se que, também que, incontroverso, o mesmo estádio foi cedido para realização recente de evento muito mais agressivo para a sua manutenção”, escreveu o desembargador Joaquim de Almeida Neto.

    O magistrado explicou também que “a comercialização de ingressos, baseada na tutela provisória, reforça a legitimidade da decisão judicial de garantir a realização do evento na arena indicada pelos órgãos de segurança, marcando fato novo e incontável e consumado. A negativa da concessionária, sob argumentos secundários, contraria o entendimento técnico dos órgãos de segurança e o princípio da razoabilidade, podendo gerar grave prejuízo à ordem pública”, avaliou.

    O desembargador determinou também que a partida entre Flamengo e Botafogo pela Liga Nacional de Basquete, o Novo Basquete Brasil (NBB), marcada inicialmente para o dia 20 de outubro, no Maracanãzinho, seja transferida para outro local ou remarcada para um horário que não coincida com o fluxo de torcedores da partida organizada pela Conmebol.

    A primeira partida entre Vasco da Gama e Boca Juniors será nesta terça-feira, às 21h30 (horário de Brasília), na Bombonera, em Buenos Aires, válida pelo jogo de ida das semifinais da Copa Sul-Americana.

    Fonte: Agência Brasil (Douglas Correa – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Cantor de axé Netinho morre em Salvador aos 60 anos

    Cantor de axé Netinho morre em Salvador aos 60 anos

    O cantor de axé Netinho morreu, aos 60 anos, nesta terça-feira (13), no Hospital Aliança Star, em Salvador, Bahia. A notícia foi confirmada pela assessoria do artista.

    Um dos maiores destaques do axé music, com sucessos como Milla, Fim de Semana, Menina e Beijo na Boca, estava internado após a volta de um linfoma não Hodgkin, câncer no sistema linfático, diagnosticado em 2025.

    “É com uma tristeza que corta a alma que comunicamos o falecimento do cantor Netinho, ocorrido na manhã de hoje.”

    De acordo com a assessoria, o quadro clínico evoluiu para falência renal e disfunção múltipla de órgãos, o que provocou a morte.

    “Nos últimos meses, Netinho enfrentava um linfoma não Hodgkin do tipo B, que evoluiu para quadro de falência renal e disfunção múltipla de órgãos.”

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    Um post compartilhado por Netinho Oficial (@netinhooficialbrasileiro)

    O horário e o local do velório e da cremação do corpo do artista não foram divulgados, mas deve ocorrer de forma reservada.

    “Por desejo expresso do próprio Netinho, o velório e a cremação serão realizados de forma reservada, em uma cerimônia restrita a familiares e amigos próximos.”

    Perfil

    Ernesto de Souza Andrade Júnior, conhecido como Netinho, nasceu na cidade de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, no dia 12 de julho de 1966. Foi como vocalista da Banda Beijo quando iniciou a carreira em 1988, aos 22 anos, com estreia no circuito do Carnaval.

    Na época gravou o primeiro disco com a banda e o sucesso se espalhou pelo Brasil com a canção Beijo na Boca, o que deu projeção nacional à banda baiana.

    “Artista extraordinário, talentoso, sensível e inovador, Netinho construiu trajetória marcada pela alegria, pela música e por um carisma inconfundível. Sua voz, sua energia e sua forma tão particular de se conectar com o público deixam um legado que permanecerá para sempre”, postou a assessoria.

    Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

    Fonte: Agência Brasil (Cristina Índio do Brasil – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • A Margem do Rio e Elza vencem principais prêmios do Festival do Rio

    A Margem do Rio e Elza vencem principais prêmios do Festival do Rio

    O cinema brasileiro foi o protagonista da noite de encerramento da 28ª edição do Festival do Rio, que anunciou os vencedores dos Troféus Redentor após dez dias de programação em salas de diferentes regiões da cidade.

    A Margem do Rio, de Enock Carvalho e Matheus Farias, recebeu o prêmio de melhor longa-metragem de ficção, enquanto Elza, de Eryk Rocha, foi escolhido como melhor longa-metragem documentário. A organização informou que o festival recebeu mais de 150 mil pessoas nesta edição.

    Na cerimônia realizada no tradicional Cine Odeon, no centro do Rio, a premiação reuniu produções que abordam diferentes experiências sociais e culturais brasileiras.

    Elza

    Filho do cineasta Glauber Rocha, Eryk Rocha recebeu o Redentor pelo documentário, que teve sua estreia mundial no festival.

    Em entrevista após a cerimônia, o diretor falou sobre o longo processo de realização do filme, construído em estreita colaboração com Elza Soares, uma das artistas mais marcantes da música brasileira.

    “Eu tô muito, muito emocionado, porque foi a estreia mundial do filme. Ele nasceu aqui, no Rio, na cidade da Elza, na minha cidade”, afirmou.

    Segundo o diretor, o projeto atravessou anos de trabalho e incluiu oito anos de filmagens com a cantora. A produção acompanha a trajetória de Elza Soares a partir de sua própria voz, articulando memórias pessoais, música e imagens de arquivo.

    “É um filme que fala sobre a mulher brasileira, a mulher negra brasileira, fala sobre o Brasil, sobre a luta”, disse Eryk.

    O cineasta explicou que a narrativa procura relacionar a história da cantora à trajetória do país e às transformações vividas por diferentes gerações. O documentário também incorpora imagens de filmes latino-americanos, que dialogam com as memórias e o imaginário da artista.

    Para Eryk, o cinema tem a capacidade de reunir linguagens e dimensões históricas.

    “O cinema é uma linguagem muito potente, muito rica”, afirmou. “Esse filme coloca em confluência o cinema, música e a própria história do Brasil.”

    O diretor também destacou a proximidade construída com a família de Elza durante a realização do longa. Segundo ele, o acesso à intimidade da artista representou uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, um dos maiores presentes de sua trajetória profissional.

    Melhor ator

    O prêmio de melhor ator foi para Victor di Marco, por London, filme que teve estreia mundial no Festival de Veneza, em setembro, antes de chegar ao Festival do Rio.

    Ator, roteirista e diretor, di Marco aproveitou o discurso de agradecimento para falar sobre capacitismo e as barreiras enfrentadas por artistas com deficiência no mercado audiovisual.

    “Eu sou um ator com deficiência e falo isso com muito orgulho”, declarou.

    O artista contou que ouviu, no início de sua trajetória, que não poderia atuar por não ter o chamado “corpo de ator”. A experiência, segundo ele, o levou a desenvolver uma técnica própria de interpretação.

    “Eu desenvolvi uma técnica minha, porque a deficiência pode ser uma inteligência”, afirmou.

    Ao dedicar o prêmio à avó, que assistia a novelas com ele e o incentivava a reproduzir as cenas, Victor ressaltou a importância do apoio recebido durante sua formação. O ator também defendeu a ampliação das possibilidades de representação de pessoas com deficiência nas telas.

    “A deficiência é algo sexy e a deficiência é o futuro”, disse.

    Outros prêmios

    Na categoria de melhor atriz, o júri concedeu o prêmio ex aequo — quando há vencedoras empatadas — a Isabel Teixeira, por Diário do Fogo, e Grace Passô, por A Professora de Francês.

    As duas atrizes têm trajetórias ligadas ao teatro e à construção de personagens em diferentes linguagens. O reconhecimento compartilhado foi um dos destaques da lista de vencedores da Première Brasil.

    Pedro Goifman recebeu o prêmio de melhor ator coadjuvante por A Professora de Francês. Já Renna Costa, Artia e Ísis Broken dividiram o prêmio de melhor atriz coadjuvante por A Margem do Rio, que também foi reconhecido em categorias técnicas, incluindo fotografia e som.

    Na direção, Gabriel Martins venceu por Vicentina Pede Desculpas, que também recebeu o prêmio de melhor roteiro. Camila Valença foi premiada pela direção de documentário por Cão Sem Plumas.

    Além dos resultados artísticos, a cerimônia destacou a importância das condições de formação e financiamento para a realização de filmes brasileiros. Em seus discursos, realizadores ressaltaram os percursos necessários para chegar à produção de uma obra e a contribuição de espaços de exibição e debate para o desenvolvimento do cinema.

    Festivais como o do Rio funcionam como plataformas de encontro entre realizadores, profissionais do setor, imprensa e público. Também ajudam a apresentar filmes inéditos, estimular discussões sobre linguagem e representação e aproximar produções brasileiras de programadores e agentes do circuito internacional.

    O balanço divulgado pela organização aponta a exibição de 101 filmes brasileiros, entre longas e curtas-metragens. Desse total, 45 participaram das mostras competitivas oficiais.

    O público também escolheu seus favoritos em cinco categorias. Fui Olhar Você Dormir, de Anna Azevedo, venceu como melhor longa-metragem documentário pelo voto popular, enquanto Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins, foi escolhido como melhor longa-metragem de ficção.

    Na Mostra Expectativa, o filme mais votado pelo público recebe o Prêmio Aquisição TV Globo. Já o vencedor de melhor filme da Première Latina recebe o Prêmio Aquisição Telecine, que prevê uma janela de distribuição.

    Principais premiados do Festival do Rio 2026

    Júri Oficial — Première Brasil

    • Melhor longa-metragem de ficção: A Margem do Rio, de Enock Carvalho e Matheus Farias.
    • Melhor longa-metragem documentário: Elza, de Eryk Rocha.
    • Melhor curta-metragem: Santo, de Maria Luísa Alves.
    • Melhor direção de ficção: Gabriel Martins, por Vicentina Pede Desculpas.
    • Melhor direção de documentário: Camila Valença, por Cão Sem Plumas.
    • Melhor ator: Victor di Marco, por London.
    • Melhor atriz: Isabel Teixeira, por Diário do Fogo, e Grace Passô, por A Professora de Francês.
    • Melhor ator coadjuvante: Pedro Goifman, por A Professora de Francês.
    • Melhor atriz coadjuvante: Renna Costa, Artia e Ísis Broken, por A Margem do Rio.
    • Melhor roteiro: Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins.
    • Melhor fotografia: Luciana Baseggio, por A Margem do Rio.
    • Melhor direção de arte: Ana Paula Cardoso, por Funk.
    • Melhor figurino: Samy Sill, por London.
    • Melhor som: Moabe Filho, Guma Farias, Daniel Turini e João Victor Coura, por A Margem do Rio.
    • Melhor trilha sonora original: Florencia Di Concilio, por A Professora de Francês.
    • Prêmio Especial do Júri: O Filho da Puta, de Erica Maradona, Tania Anaya, Otto Guerra e Sávio Leite.

    Voto popular

    • Melhor longa-metragem de ficção: Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins.
    • Melhor longa-metragem documentário: Fui Olhar Você Dormir, de Anna Azevedo.

    Fonte: Agência Brasil (Anna Karina de Carvalho – repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Patrimônio cultural, Círio de Nazaré reúne fiéis e turistas em Belém

    Patrimônio cultural, Círio de Nazaré reúne fiéis e turistas em Belém

    No mês de outubro, a programação do Círio de Nazaré mobiliza fiéis, turistas e inúmeras pessoas atraídas pelo sentimento de fé, união, esperança e amor ao próximo. Muito mais do que uma comemoração religiosa, a celebração nazarena é considerada patrimônio cultural da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

    São mais de 200 anos de história, cujo início se deu com a trajetória do caboclo Plácido, que, segundo a devoção popular, encontrou uma pequena imagem de Nossa Senhora às margens do Igarapé Murutucu.

    O historiador Márcio Neco destaca que é possível perceber inúmeros elementos da identidade paraense e amazônica no Círio:

    “A culinária, o artesanato nos brinquedos de miriti, as festas que fazem parte do calendário cultural da cidade no período do Círio, expressões, vocabulários, a maneira como as pessoas se tratam e acolhem umas às outras e a religiosidade.”

    No século 18, o caboclo Plácido percebeu um milagre. Ele havia levado para casa a imagem que encontrou às margens do igarapé. Mas ela desapareceu e foi encontrada novamente no mesmo local onde havia sido localizada. Essa área hoje é onde estão os fundos da Basílica Santuário Nossa Senhora de Nazaré, marco final do percurso da tradicional procissão deste domingo (11).

    A história se repetiu outras vezes. Mesmo quando a imagem foi levada para outros lugares, ela teria retornado ao igarapé. Diante da tradição de que Nossa Senhora desejava permanecer naquele local, foi construída uma ermida, dando início à devoção que cresceria ao longo dos anos.

    A universitária e devota Stephany Beatriz fala sobre a fé e o significado do Círio para ela:

    “A minha relação com a Nossa Senhora de Nazaré começou através da minha família muito tempo atrás, desde quando eu era bem bebezinha, e foi crescendo ao longo da minha vida. Com o passar dos anos, essa devoção se tornou cada vez mais forte e hoje Nossa Senhora faz parte da minha história, da minha família e das minhas orações. Para mim, o Círio é um momento de fé, esperança e, principalmente, de gratidão por tudo aquilo que Deus e Nossa Senhora têm feito por nós.”

    O Círio de Nazaré 2026 tem como tema “Maria, Mãe Missionária que nos dá Jesus” e uma programação de 14 procissões realizadas entre os dias 7 e 26 de outubro. A principal romaria começou no início da manhã, após a missa na Catedral Metropolitana de Belém. O percurso de 3,6 quilômetros segue até a Basílica Santuário de Nazaré, com duração estimada de seis horas e expectativa de reunir 2,3 milhões de fiéis.

    A organização contou com bloqueios de trânsito, ordenamento dos componentes da procissão e postos de atendimento da Cruz Vermelha e da Defesa Civil ao longo do trajeto.

    Ouça na Radioagência Nacional:

    Fonte: Agência Brasil (Gabriel Nascimento – Repórter da Rádio Cultura FM). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.